21 de Dezembro de 2014
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  Audiência pública no Comtu discute contrato da Show

O contrato de comodato firmado entre a Show Prestadora de Serviços do Brasil Ltda. ME e os taxistas da capital gaúcha, que já instalaram os rastreadores em seus veículos, está sendo contestado pela diretoria do Sindicato dos Taxistas de Porto Alegre (Sintáxi) e será objeto de discussão durante audiência pública, nesta terça, dia 9, no Conselho Municipal de Transportes Urbanos (Comtu). A sessão terá lugar no auditório da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), na Rua João Neves da Fontoura, 7, bairro Azenha, a partir das 15 horas.

A audiência foi solicitada pelo presidente do Sintáxi, Luiz Nozari, que também é membro do Comtu. Segundo ele, o tema precisa ser amplamente discutido entre os conselheiros com a participação efetiva da categoria.

"É importante a presença de todos os taxistas nesta audiência, para tomarmos uma posição, com o apoio dos membros do Comtu, e encaminhá-la à EPTC", explica Nozari.

No dia 5 do mês passado o Sintáxi encaminhou ofício à EPTC solicitando o fim da exigência da assinatura do contrato de comodato.

A Show Teconologia venceu o pregão eletrônico promovido pela EPTC e firmou um contrato com a empresa pública visando a instalação de rastreadores em toda a frota de táxis da capital gaúcha.

O equipamento, bem como o software e todas as atualizações necessárias, são fornecidos pela Show Tecnologia, sem nenhum custo aos taxistas. As informações disponibilizadas para a EPTC, que fará o monitoramento do sistema de táxi em tempo real.

Só que a empresa, sediada na Paraíba, passou a exigir a assinatura de um contrato de comodato, que prevê multa a ser paga pelo taxista em caso de roubo ou perda do equipamento.

A diretoria do Sintáxi aguarda uma posição por parte da EPTC e não descarta a hipótese se recorrer à justiça, para que os contratos assinados pelos taxistas sejam invalidados.

Segundo Luiz Nozari, os taxistas pagam, para a EPTC, uma taxa mensal de R$ 76,84, equivalente a 17 bandeiradas, equanto que a empresa pública paga à Show o valor de R$ 49,90.

"A diferença fica com a EPTC que pode assumir todos os custos operacionais, bem como manutenção técnica, entre outros quesitos apontados pela Show Teconologia, sem onerar, mais ainda, o bolso dos taxistas", comenta Nozari.

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